deram as mãos como se aquela fosse a primeira vez que as suas mãos se deram. olharam-se nos olhos e, de mãos dadas, dedos entrelaçados, falaram. e um silêncio maior do que eles engoliu-lhes as vozes. e falaram. disseram sem palavras o amor que lhes fluía por dentro, a vontade de trilhar cada caminho lado a lado, o desejo de que todos os passos, todos os gestos sejam unos. e souberam. que pertenciam um no outro. que cabiam no coração do outro. e que a vida os tinha juntado para que traduzissem em sorrisos, em palavras, em silêncios todo o amor.
2 comentários:
é tão fácil voar através das tuas palavras... e sabe tão bem imaginar...
bjnho doce
empatias que sabem bem ao serem lidas no papel. e na realidade, o que falta a todo esse destino consumido? procuro resposta nas mãos que seguram as minhas.
bj*
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